segunda-feira, 28 de setembro de 2015

"Morto" Interrompe Seu Próprio Velorio


Na noite do último sábado (20), por volta das 21:00 horas, um homem, alto magro e negro, foi atingido por diversos disparos de arma de fogo, sendo do socorrido para o Hospital Regional Dantas Bião e lá não resistiu indo a óbito. José Marcos Santana Santos de 35 anos, irmão da "VITIMA" GILBERTO ARAÚJO SANTOS DE 39 ANOS, recebeu a informação de que seu 'IRMÃO' teria sido assassinado, e foi até o IML fazer o reconhecimento. Procedendo como a exigência do órgão, José Marcos fez o reconhecimento, e com a presença também da sua irmã Marivalda Santana Santos a qual assinou como testemunha, o corpo foi liberado.

Já na residência, o "VERDADEIRO" GILBERTO ARAÚJO DOS SANTOS apareceu, e criou-se uma situação inusitada. O irmão de Gilberto o José Marcos, ficou em prantos com o erro cometido, e ao mesmo tempo feliz por ter seu irmão ao seu lado e VIVO. O corpo do "Indigente" retornou para o IML, onde ficará aguardando pelos parentes verdadeiros. Segundo o Dr Luiz Marques, medico perito do IML, o erro foi totalmente dos irmãos, que devido as emoções ás vezes acaba acontecendo atos desta natureza.

De acordo com informações, a vítima lavava carros nas imediações da Praça Rui Barbosa, e a noite, ele fazia ponto também no restaurante Milâno, inclusive tinha como um dos seus clientes o radialista Haroldo Azi, o qual ficou consternado com a informação. Segundo informações por telefone, através de uma fonte segura, o LAVADOR estaria devendo a um traficante.

José Marcos (Irmão), chora ao ver o erro que cometeu

“Teve muito susto. As meninas caindo ali, desmaiando, gente correndo. A rua encheu de moto, de carro, de tudo”, conta a vendedora Maria Menezes. Gilberto disse que soube na rua, por um amigo, de toda a confusão. Ele conta que ligou para falar com alguém no velório, mas quem atendeu achou que era um trote. Então, ele resolveu ir pessoalmente mostrar que estava vivo.

“Um colega me ligou [dizendo] que tinha um caixão, que era eu que estava morto. Aí eu disse ‘gente, mas eu tô vivo, me belisca aí”, conta Gilberto. Segundo um irmão de Gilberto, o último encontro da família com o lavador de carros tinha ocorrido há cerca de quatro meses."Ele só aparece de ano em ano, a gente fica muito tempo sem encontrar. Ele mora aqui em Alagoinhas, mas cada dia está em um lugar diferente", diz José Marcos Santana Santos, irmão de Gilberto.


Corpo retornando ao IML

OUTRO CASO, NO PARANÁ:

Um homem que havia sido reconhecido pela família como morto apareceu vivo no próprio velório na cidade de Santo Antônio da Platina, no Paraná, no dia de Finados, surpreendendo os parentes. O Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil e Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram mobilizados para atender um atropelamento na BR-153, perto de um motel e um posto de gasolina, por volta das 22h de domingo. A funerária de plantão foi acionada para encaminhar o corpo ao necrotério.

"Trouxemos ele para o necrotério do Hospital Nossa Senhora das Graças. Aguardamos o exame de necropsia e assim que o médico-legista liberou o corpo, levamos para a funerária." - contou o gerente da funerária Rainha das Colinas, Natanael Honorato.

Logo após ser encaminhado para a funerária, uma família apareceu para reconhecer o corpo. Ademir Jorge Gonçalves, servente de pedreiro, foi reconhecido pelo ex-cunhado, pela mãe e pelo amigo com quem dividia a casa. "Então eles escolheram o valor da urna e liberaram a gente para fazer o serviço funerário. Ao todo, o serviço ficou em, no mínimo, R$ 1,3 mil." - afirmou Honorato.

Quando o corpo ficou pronto, teve início o velório, ali mesmo em um salão da funerária. Aproximadamente cinco horas depois de iniciado o velório, às 8h de segunda-feira, um homem se identificou ao gerente da funerária como sendo o servente de pedreiro que estaria sendo velado. "Ele se identificou como sendo o defunto e eu não sabia o que estava acontecendo. Então eu pedi para ele se encaminhar aos parentes, no velório. Os familiares dele ficaram de cabelos em pé e muito assustados." - lembrou o gerente da funerária. Passado o susto, veio o alívio. Ao constatar que o servente de pedreiro estava vivo, os parentes de Gonçalves foram embora. "O mais estranho é que todo mundo tinha reconhecido o corpo." - ressaltou o gerente. O morto não estava desfigurado mas era bastante parecido com o servente de pedreiro.

Na tarde de segunda-feira, a família de um homem da cidade de Joaquim Távora foi à funerária, afirmando que ele era a pessoa que havia morrido e que quase foi enterrada como Ademir Jorge Gonçalves. O enterro deste homem foi realizado às 16h de segunda, em Joaquim Távora. A funerária não recebeu o pagamento de nenhuma das duas famílias pelo serviço prestado. Ninguém soube explicar a ausência do servente de pedreiro.

Tufão 

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