quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Yagán - a tribo exterminada por missionários



Entendam que na Patagônia faz um frio desgraçado.

Para abreviar, este post trata da tribo dos Yagán que vivia na Patagônia no século 18, no qual, eles tinham o hábito de passar gordura animal em todo o corpo, afim de se protegerem do frio intenso.
Acontece que os missionários que lá chegaram, lhes deram roupas contaminadas com doenças e como a tribo não tinha se quer uma referência ao hábito de lavar roupas, acabaram por serem dizimados um a um por doenças.
Em 1908, só restavam 170 indivíduos.
Cristina Calderón cumpriu 83 anos de idade em maio de 2011, sendo a única representante viva dos Yagán.

(Desconheço um povo tão pesteado quanto os Europeus...¬¬ )

ONE



http://ja.wikipedia.org/wiki/%E3%83%A4%E3%83%BC%E3%82%AC%E3%83%B3%E6%97%8F
http://es.wikipedia.org/wiki/Yag%C3%A1n

Os Yagán eram indígenas nômades canoeiros, coletores marinhos, cujos antecessores habitaram os canales fueguinos Chilenos por mais de 6000 anos, canais esses que se estendem ao sul e até o oeste da isla grande del fuego, até os canais de Magdalena e Cockburn.


Também habitaram a isla Navarino e ilhas localizadas ao sul desta, até o cabo de hornos e a margem norte do canal Beagle, em territórios que pertencem a Argentina e a Chile.


Segundo a wiki, eram fisicamente baixos e "desproporcionais" (Por sua adaptação a uma vida canoeira, tinham as pernas pouco desenvolvidas mas em contrapartida, tinham troncos e braços muito robustos) e corpulentos.


Os primeiros contatos com os ocidentais se dão entre 1826 e 1830, com a tripulação do capitão Fitz Roy, que calculou na época, uma população de 3000 indígenas e posteriormente, em 1871, tiveram novo contato com os missionários protestantes que se estabeleceram na atual Ushuaia.


Em 1869, missionários Ingleses fundaram a missão Anglicana de Ushuaia, na costa norte do canal Beagle.


O contato com os Europeus trouxe enfermidades, sobre tudo o sarampo em 1884, a pneumonia e a tuberculose em 1886, no que os Yagán, concentrados na missão anglicana, morreram as centenas. Estas doenças minaram a sua população de tal modo que em 1908 só restavam 170.

Esta é Cristina Calderón, a única representante viva deste grupo indígena.

Imagens adicionais:
















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